BREVE
RELATORIA E CONVOCATÓRIA PARA A REUNIÃO ORDINÁRIA DE 18 DE ABRIL DE
2015: “Uma pulsão não é um afeto porque é uma impressão, no sentido mais
forte, e não uma expressão; mas ela também não se confunde com os
sentimentos ou as emoções que regulam e desregulam um comportamento.
Ora, é preciso reconhecer que este novo conjunto não é um simples
intermediário, um lugar de passagem, mas ele possui uma consciência e
uma autonomia perfeitas, que fazem até com que a imagem-ação permaneça
impotente para representá-lo, e a imagem-afecção, impotente para fazê-lo
sentir”.
Assim Gilles Deleuze apresenta-nos a imagem-pulsão, enquanto interstício entre as imagens –afecção e –pulsão, no primeiro segmento do oitavo capítulo de “Cinema 1: A Imagem-Movimento”, discutido no último sábado, dia 11 de abril de 2015. Por causa da chuva torrencial, o quórum desta reunião foi deveras reduzido, mas, mesmo assim, o debate foi frutífero, principalmente no que tange à releitura kierkegaardiana em relação ao que foi apresentado anteriormente, quando discutíamos as filmografias dreyeriana, bressoniana e bergmaniana...
Escolhendo os cineastas Erich von Stroheim e Luis Buñuel como paroxismos do que o filósofo categoriza como naturalismo cinematográfico, enquanto variante taxonômico do gênero literário, o autor associa um a uma superação realista do expressionismo (através dos sintomas) e outro a uma superação realista do surrealismo (através dos fetiches). Na imagem, o cineasta espanhol, em cena do relevante telefilme LUIS BUÑUEL (1964, de Robert Valey), em que ele compartilha conosco alguns aspectos mui particulares de seu ‘modus operandi’, estando este capítulo de “Cinéastes de Notre Temps” integralmente disponível no YouTube, tanto quanto os segmentos sobre diretores maravilhosos que já estudamos como Josef von Sternberg e Robert Bresson, entre outros.
Insistindo em definir estes dois cineastas como os dois maiores criadores naturalistas do cinema, Gilles Deleuze afirma que a imagem-pulsão “compreende o tempo, mas unicamente como destino da pulsão e devir de seu objeto”. Assim sendo, a degradação e a repetição surgem como manifestações fílmicas da imagem-pulsão, que, entretanto, manifestam-se de outras formas noutras filmografias, também associadas ao naturalismo e/ou à imagem-pulsão. Assim sendo, nas reuniões seguintes, assistiremos a diversos filmes de Nicholas Ray, Samuel Fuller e Joseph Losey.
Assim Gilles Deleuze apresenta-nos a imagem-pulsão, enquanto interstício entre as imagens –afecção e –pulsão, no primeiro segmento do oitavo capítulo de “Cinema 1: A Imagem-Movimento”, discutido no último sábado, dia 11 de abril de 2015. Por causa da chuva torrencial, o quórum desta reunião foi deveras reduzido, mas, mesmo assim, o debate foi frutífero, principalmente no que tange à releitura kierkegaardiana em relação ao que foi apresentado anteriormente, quando discutíamos as filmografias dreyeriana, bressoniana e bergmaniana...
Escolhendo os cineastas Erich von Stroheim e Luis Buñuel como paroxismos do que o filósofo categoriza como naturalismo cinematográfico, enquanto variante taxonômico do gênero literário, o autor associa um a uma superação realista do expressionismo (através dos sintomas) e outro a uma superação realista do surrealismo (através dos fetiches). Na imagem, o cineasta espanhol, em cena do relevante telefilme LUIS BUÑUEL (1964, de Robert Valey), em que ele compartilha conosco alguns aspectos mui particulares de seu ‘modus operandi’, estando este capítulo de “Cinéastes de Notre Temps” integralmente disponível no YouTube, tanto quanto os segmentos sobre diretores maravilhosos que já estudamos como Josef von Sternberg e Robert Bresson, entre outros.
Insistindo em definir estes dois cineastas como os dois maiores criadores naturalistas do cinema, Gilles Deleuze afirma que a imagem-pulsão “compreende o tempo, mas unicamente como destino da pulsão e devir de seu objeto”. Assim sendo, a degradação e a repetição surgem como manifestações fílmicas da imagem-pulsão, que, entretanto, manifestam-se de outras formas noutras filmografias, também associadas ao naturalismo e/ou à imagem-pulsão. Assim sendo, nas reuniões seguintes, assistiremos a diversos filmes de Nicholas Ray, Samuel Fuller e Joseph Losey.
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