BREVE RELATORIA E CONVOCATÓRIA PARA A REUNIÃO ORDINÁRIA DE 11 DE ABRIL DE 2015: “A exatidão é um falso critério, no lugar de outra coisa. A repetição do passado é materialmente possível, mas impossível espiritualmente, em virtude do tempo; em contrapartida, a repetição da fé, voltada para o futuro, parece materialmente impossível, mas espiritualmente possível porque consiste em recomeçar tudo, e em remontar o curso que o ciclo aprisiona, em virtude de um instante criador do tempo”.
Desta maneira mui sintética, Gilles Deleuze estabelece uma distinção
interseccional entre a imagem-afecção e a imagem-ação, a partir da
imagem-pulsão, cujas diretrizes aparecem no oitavo capítulo de “Cinema
1: A Imagem-Movimento”, cujos segmentos 1 e 2 serão lidos conjuntamente
pelos cecinéfilos nesta reunião de sábado, a partir das 14h, no
apartamento do anfitrião Caio Amado.
Além de retomarmos nossas impressões sobre o cinema stroheimiano, reverberaremos a recente maratona buñueliano, no intuito de detectar em uma e outra filmografia o hiper-realismo destacado categoricamente pelo filósofo, enquanto hipertrofia do expressionismo, no primeiro caso, e do surrealismo, no segundo. Neste interstício, preparemos o terreno para as sessões futuras, permeadas por filmes de Joseph Losey, Nicholas Ray e Samuel Fuller. Neste sentido, o que permanecerá sendo estudado, no capítulo em pauta, serão as conexões entre o naturalismo cinematográfico e as características transitivas da imagem-pulsão.
Aproveitando a recente deixa buñueliana, de quem, na última reunião, foram vistas duas obras-primas, O ANJO EXTERMINADOR (1962) e SIMÃO DO DESERTO (1965), fica um conselho do célebre diretor espanhol, refugiado internacionalmente: “o acaso é o grande senhor de todas as coisas. A necessidade só vem depois”. O resto é mistério e comunhão! (WPC>)
Além de retomarmos nossas impressões sobre o cinema stroheimiano, reverberaremos a recente maratona buñueliano, no intuito de detectar em uma e outra filmografia o hiper-realismo destacado categoricamente pelo filósofo, enquanto hipertrofia do expressionismo, no primeiro caso, e do surrealismo, no segundo. Neste interstício, preparemos o terreno para as sessões futuras, permeadas por filmes de Joseph Losey, Nicholas Ray e Samuel Fuller. Neste sentido, o que permanecerá sendo estudado, no capítulo em pauta, serão as conexões entre o naturalismo cinematográfico e as características transitivas da imagem-pulsão.
Aproveitando a recente deixa buñueliana, de quem, na última reunião, foram vistas duas obras-primas, O ANJO EXTERMINADOR (1962) e SIMÃO DO DESERTO (1965), fica um conselho do célebre diretor espanhol, refugiado internacionalmente: “o acaso é o grande senhor de todas as coisas. A necessidade só vem depois”. O resto é mistério e comunhão! (WPC>)
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